Vida fácil..mas nem tanto


Entrevista com um "cafetão" virtual...

Ao entrar no site www.obaoba.com.br, na parte do revistão, pude ler uma entrevista e achei legal colocá-la aqui. Lá vai... 

    Entrevista feita a um cafetão virtual chamado Bill (ele não usa sobrenome). Sobre o seu trabalho ele diz: "Eu não amo meu trabalho. Faço por causa do dinheiro rápido e da liberdade que ele me dá."
    Bill já morou 2 décadas no Sul do Brasil, hoje mora em Boston e tem várias brasileiras trabalhando para ele. O cafetão diz que é muito comum clientes que pagam US$350 dólares, e afirma que os clientes preferem as loiras.
    Bill fatura de US$10 mil a US$20 mil por mês. As garotas cobram US$350 por hora e ele fica com 40% do dinheiro.
     "Tenho algumas políticas de incentivo: se o cliente resolver pedir uma extensão do tempo com a menina durante o programa, eu pego apenas 20% do dinheiro e ela fica com os outros 80%. Então, elas sabem que vão ganhar mais grana se fizerem um bom trabalho."
     "Os homens que procuram as minhas garotas de programa são geralmente casados, têm mais de 40 anos e usam o cartão da empresa em que trabalham. A pergunta mais frequente é: Como essa despesa vai aparecer no cartão? E eu respondo que ela aparece como ajuda temporária, o que não complica ninguém e é fácil arrumar uma desculpa."
     Segundo Bill, na faixa de mercado de sua agência, "em 30% dos encontros nem sequer rola sexo.". Como é de se esperar os "barracos" são mais raros nessa faixa de preço. "As agências mais barateiras (até US$200 por hora) dão muito estesse. O cliente é baixo nível, a menina também e sexo é a única coisa que interessa. Não tem papo."
     Cerca de dois terços das acompanhantes de luxo de Bill têm diploma universitário. Todas dirigem seus próprios carros e praticam esportes de elite, como golf, tênis ou esqui.
     Há garotas de 21 a 43 anos na agência de Bill, a de 43 se chama Elizabeth, é americana. Elizabeth é a que mais faz sucesso, pelo fato da maioria dos clientes ter por volta dos 60 anos.
     Alguma das garotas mantêm um segundo emprego. Susana, de 30 anos, é mineira. Ela ganha US$400 por hora, viaja o país inteiro a trabalho e não quer mais voltar para o Brasil. No mês que vem a prima dela vai começar a trabalhar também com Bill, mas antes, ela vai ter que melhorar o guarda roupa e aprender inglês. Bill paga de US$500 a US$1000 para as meninas e amigos que trazem cadidatas.
      Bill conta que a prfissão de garota de programa não dura mais de 5 anos. Passando disso, o cachê cai rapidamente. "Os clientes querem caras novas."
      Bill fala de um cliente que pagou US$4.800 por 2 dias e meio com uma das garotas.
      Durante as 5 horas que a entrevistadora passou com Bill suas garotas ganharam US$2.650,00. E o dia ainda estava claro...



Escrito por Ludmila Botelho às 21h11
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Entrevista com uma psicóloga...

No mesmo site, www.obaoba.com.br (na parte do revistão), mostra uma entrevista com uma psicóloga sobre o assunto discutido aqui...

A psicólogoa Márcia de Oliveira explica que : "A timidez pode fazer com que o homem apresente enormes dificuldades em relacionar-se com uma mulher, e nesta situação apela para o recurso em questão por parecer mais fácil, dispensando o processo de conquista."

- Na sua opinião, o que leva uma mulher a virar garota de programa?
   Na maioria das vezes o mais forte é mesmo a questão financeira. Por tratar-se de uma atividade onde o retorno financeiro é imediato, milhares de garotas na maioria das vezes de origem humilde enxergam a possibilidade de realizaçãode seus sonhos como estudos, viagens e moradia própria, entre outros.

- Existe ex-garota de programa?
  Algumas chegam a se formar e abandonam a chamada "vida fácil", enxergando-a meramente como um "meio", mas outras acabam se acomodando e deixando de acreditar em sua capacidade para seguir outros rumos, ou mesmo não acreditam que em profissões, mais tradicionais conseguem manter o padrão de vida que tem fazendo programas (e muitas vezes têm razão). Há aquelas que seguem a carreira porque gostam do que fazem e logicamente outras que acabam entregando-se às drogas e perdem a ´própria capacidade de questionamento, tornando-se verdadeiras "escrevas" de sua condição atual.

- Como você classificaria a vida dessas pessoas? Fácil ou complicada?
   Existe ainda muito preconceito em relação a esta profissão, e isso torna a vida das meninas muito mais difícil. A própria ausência de leis que a regulamentem faz com que estejam constantemente nas mãos de aproveitadores, traficantes, policiais corruptos e "outros bichos".

- E seria fácil elas se relacionarem com outras pessoas... Ter um namorado?
  No que diz respeito ao relacionamento amoroso, também encontram dificuldades para levar uma vida amorosa saudável, mas é cada dia mais comum encontrar garotas de programa namorando firme com o consentimento do parceiro (geralmente há uma "zona" do corpo que é exclusiva do namorado). Em outras ocasiões levam uma vida dupla, escondendo de amigos e namorandos o seu verdadeiro "ganha-pão". De qualquer maneira não podemos nos esquecer que tratam-se de pessoas que como qualquer outra, necessitam de afeto.



Escrito por Ludmila Botelho às 21h09
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Sobre a vida...

Quantos anos você tem?
25

Mora sozinha?
Sim

Você se sente feliz?
"Sim. Não tenho motivos para me sentir triste. Hoje, não me sinto insatisfeita com o que faço e nem com que eu ganho, tenho meus amigos na faculdade, no trabalho, tenho família e faço o curso que eu sempre quis fazer. Tá bom demais."

 Pretende continuar nessa profissão?
"Não sei. Depende de várias coisas. Hoje já assumi um padrão de vida diferente daquele que eu tinha na época em que eu só recebia mesada dos meus pais. Se fosse para eu largar teria que ser para entrar em um outro emprego que fosse me dar  condições de manter esse nível de vida."

Para finalizar, você acha realmente que esse estilo de vida, de profissão que você optou, possa ser considerado como “vida fácil?”.
"Claro que não. È uma profissão que como todas as outras envolve dedicação e trabalho. As pessoas têm uma visão muito preconceituosa a respeito da nossa profissão, imaginam agente como destruidoras de lares, mulheres sem pudor . Só que merecemos respeito, temos família, integridade, isso só foi uma opção de vida e de trabalho. Ninguém tem nada a ver com isso



Escrito por Ludmila Botelho às 21h06
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Sobre a profissão...

Quanto você ganha por noite?

"Depende. Há noites em que eu tiro até R$ 500,00 mais nos finais de semana que dá mais movimento na casa."

 

Quantos programas você faz em média por noite?

"Dois, três..."

 

Qual é a faixa etária dos seus clientes?

"A maioria dos meus clientes é na faixa de 35 a 50 anos. São homens já vividos e muitos deles tem filhas da minha idade."

 

Qual é o perfil deles? Casados, solteiros, executivos.

"São em sua maioria casados e executivos. Procuram-me para ter uma noite diferente, uma noite relaxante e descontraída. Alguns até conversam comigo, contam casos, demos boas risadas. Acho que eles sentem falta disso, de uma pessoa que lhes dêem atenção e que lhe cubra de carinhos. Eles têm dinheiro e pagam por isso."

 

 

  recebeu proposta para atender mulheres ou casais?

"Já. Mas nunca aceitei por se tratar de uma questão complicada, acho que eu não conseguiria lidar com isso por enquanto, mas acontece muito. As minhas amigas que aceitam, falam que elas cobram até o triplo do preço do programa para fazer com casal."

 

Você faz trabalho por fora?

"Faço. Às vezes pinta um programa para acompanhar durante a tarde."

 

Já ganhou presentes de algum homem?

"Já. Ganho muitas roupas dos meus clientes principalmente roupas íntimas. Já ganhei lingeries divinos."

 

Algum homem já se apaixonou por você e você por um homem? Como é essa separação do amor com o seu trabalho?

"O que acontece é que existem muitos homens carentes. As esposas às vezes falham muito no trato com os seus homens, deixam de fazer várias coisas que eles acabam por sentir falta um dia. Aí procuram a gente para tapar esse vazio. Acredito que muitos homens se apaixonam mais pelo serviço que nós prestamos e não pela gente. Eu sei que aquilo ali é só meu trabalho, nunca misturei."

 



Escrito por Karina Camargos às 16h42
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Sobre dinheiro...

Como é o seu nível de vida hoje?

"Olha, posso te dizer que hoje levo uma vida relativamente confortável, ainda moro no mesmo lugar, mas em compensação compro roupas boas, freqüento as melhores academias, vou a todos os lugares que eu desejo ir, viajo pra praia com os meus amigos...faço tudo que me dá vontade."

 O que você já adquiriu com o seu trabalho?

 

"Estou guardando o meu dinheiro para comprar um “apê” pra mim ou alguma coisa que me dê lucro. Não gasto o meu dinheiro só com bobagens, tenho os meus planos. Não comprei carro porque acho que não compensa, ando muito de táxi, acho mais barato."

 

 



Escrito por Karina Camargos às 14h32
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Sobre família...

Sua família sabe?

"A minha família é do interior como eu já disse então eu fico muito longe deles. Eles quase não vêm aqui em B.H, sou eu que vou mais pra lá. Então eles não têm muito contato comigo. Mas morro de medo de encontrar com algum homem da minha cidade ou algum conhecido na noite. Uma vez, jurei que tinha visto um amigo do meu pai sentado numa das mesas lá da casa... Fiquei morrendo de medo de ser o cara, depois vi que eram só parecidos."



Escrito por Karina Camargos às 14h31
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Sobre violência e DST´s...

 Já sofreu agressões físicas e / ou maus tratos?

 

Não, nunca. (pausa)

Acontece muito de eu receber alguns clientes com uns gostos inusitados, o que é natural. Uma vez peguei um cliente que gostava de dar tapas. Sempre dava um jeito de distraí-lo quando ele começava, mas não era que se possa dizer como agressão. Era um gosto pessoal dele, que eu não gostava e fica até meio receosa com isso. Mas como diz a gerente lá da casa onde eu trabalho, são “ossos do ofício”, qualquer uma passa por isso um dia.

 

Já transou com clientes sem camisinha?

 

"Não. Nunca tive coragem, “Deus me livre”. Já recebi várias propostas de dinheiro de até mais que o dobro do que eu cobro,

mas a vida da gente não tem preço não é? Vai que eu pego um cara com uma doença mais grave. Não aceito mesmo."

 

 



Escrito por Karina Camargos às 14h28
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Sobre a decisão de se tornar uma profissional do sexo...

Por que decidiu se tornar uma garota de programa?

“Bom, sou do interior, de Brumado. Vim para Belo Horizonte para estudar Educação Física na faculdade e me mudei para cá com 20 anos. Minha família passava apertos financeiros, mas nunca atrasaram uma mensalidade do meu curso. Desde o começo eles me mandam uma mesada para eu arcar com as minhas despesas aqui em B.H.,,em um ano de curso ainda não havia conseguido arrumar emprego. Ficava morrendo de vontade de comprar um monte de coisas pra mim, quando a gente está fazendo faculdade dá vontade de fazer um monte de coisas, ir a barzinhos legais, viajar com a galera, ir às festas que o pessoal da sala da organiza. E foi em uma conversa com uma menina da minha sala que recebi um convite. Ela sabia da minha vida porque conversávamos muito, como sou do interior não tenho com quem conversar aqui em B.H e aí a gente trocava muitas idéias. Só que eu nunca desconfiei dela, de onde ela tirava dinheiro para comprar roupas, tênis, etc porque imaginava que os seus pais davam pra ela. Saímos e fomos parar em uma boate com shows e enquanto conversávamos na mesa, um cara chegou e começou a conversar comigo sobre a possibilidade de eu trabalhar pra ele naquele local com um ganho fácil e bom. Depois que eu fui sacar que a menina da minha sala também era, porque ao longo do papo ela ia me incentivando. Quando comecei tinha 22 anos.”



Escrito por Karina Camargos às 14h17
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Nosso trabalho-de-campo

Pesquisa: Mundo da prostituição em Belo Horizonte

Segue a entrevista que nos foi concedida por Teresa, profissional do sexo atuante em Belo Horizonte em uma casa de shows na região nobre da cidade.

 

Nossa entrevista estava marcada para  18:00 horas na Praça da Liberdade em uma terça-feira. Estávamos eufóricas e ansiosas com o encontro. Estava dando um frio na barriga, como se nós estivéssemos invadindo o território de alguém. A sensação que tínhamos era que nós seríamos pegas a qualquer momento. O colega Carlos havia marcado um encontro com Teresa (nome fictício a pedido da entrevistada) na hora da sua caminhada vespertina, pois aquele era o único horário disponível para ela. Ao chegarmos lá, podemos perceber logo de cara que a nossa entrevistada cuida do seu corpo. Usando uma calça própria para caminhar, ela veio ao nosso encontro simpática, dizendo estar já na 3º volta pela praça enquanto nos esperava. Teresa é uma moça de aproximadamente 1,70m, cabelos compridos bem-cuidados, olhos amendoados e espertos e com uma forma física invejável. Perguntamos depois se ela malha e ela respondeu que sim, 2 horas todos os dias.



Escrito por Karina Camargos às 13h36
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A AIDS É COISA SÉRIA.

A AIDS é um dos fatores mais discutidos no mundo da prostituição.

A sigla AIDS vem do inglês Acquired Immuno-Deficiency Syndrome e denomina a Síndrome de Imunodeficiência Adquirida. Esta é uma doença contagiosa, que atinge mais de 20 milhões de pessoas em todo o mundo e ainda não tem cura.

A AIDS é transmitida por via sexual ou sanguínea. É provocada pelo vírus HIV, que deixa a pessoa vulnerável a qualquer tipo de doença ou infecção.

Desde 1980, quando surgiu o primeiro caso de AIDS no Brasil, foram registrados 140.362 casos no país até agosto de 1998, sendo que o maior numero é entre os homens na faixa etária de 13 a 49 anos. Os quadros abaixo mostram a situação da AIDS nas regiões brasileiras e entre os adolescentes:

 

Casos acumulados de Aids,segundo a região

REGIÃO                       Nºde CASOS

norte                         2.263

nordeste                      12.218

centro-oeste                  7.395

sudeste                       99.671

sul                           18.815

(fonte: Ministério da aúde)

 

 

Casos de AIDS na adolescência

Faixa etária       nº decasos

10 a 19               2.879

(Fonte: Ministério da saúde)

   Nos últimos anos houve um crescimento da transmissão da AIDS pelo contato heterossexual,o    que está fazendo das mulheres o maior grupo de risco da doença. A prostituição infantil é uma das causas desse aumento. Em 1985, a proporção era de uma mulher para cada 25 homens infectados já em 1998, esse numero aumentou para uma mulher para cada dois homens contaminados.

 De acordo com algumas estimativas persimistas,feita pela OMS é de que até o ano 2000 a doença atinja cerca de 40 milhões de pessoas.



Escrito por Julia Dumont às 09h43
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Protocolo facultativo à convenção sobre os direitos da criança referente à venda de crianças, à prostituição infantil e à pornografia infantil.

Foi decretada a lei nº 5007 em 08 de março de 2004, referente à venda de crianças, à prostituição infantil e à pornogrfia infantil.

 

DECRETA:

 

Art. 1º  O Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança referente à venda de crianças, à prostituição infantil e à pornografia infantil, adotado em Nova York em 25 de maio de 2000, apenso por cópia ao presente Decreto, será executado e cumprido tão inteiramente como nele se contém.

 

Art. 2º  São sujeitos à aprovação do Congresso Nacional quaisquer atos que possam resultar em revisão do referido Protocolo ou que acarretem encargos ou compromissos gravosos ao patrimônio nacional, nos termos do art. 49, inciso I, da Constituição.

 

Art. 3º  Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

 

Brasília, 8 de março de 2004; 183º da Independência e 116º da República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA

Celso Luiz Nunes Amorim

 

Reconhece o direita da criança de estar protegida contar a exploração econômica e contra o desempenho de qualquer trabalho que possa ser perigoso para a criança ou interferir em sua educação, ser prejudicial à saúde da criança ou ao desenvolvimento físico, espiritual, moral, mental e social.
É significativo o cresimento do tráfico de crianças para fins de prostituição e pornografia.
São dados preocupantes já que crianças são particularmente vulneráveis, principalmente meninas, que estão mais expostas ao risco de exploração sexual e estão representadas de forma desproporcional entre os sexualmente explorados.
Em parceria a este combate enfatiza-se a importância da cooperação e parceria mais estreita entre govenos e a indústria da internet.

(DJI- Índice Fundamental do Direito)




Escrito por Ludmila Botelho às 09h24
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"PROSTITUTA"

SER MERETRIZ, TRISTE E FELIZ,

CODINOME VAGABUNDA ENTRE O MAL E O BEM VOU DEIXAR DE SER IMUNDA

VOCÊ ACHA QUE É FALTA DE MORAL, PROMISCUIDADE EXCESSIVA

SEJA PUTA DOIS MINUTOS E SOBREVIVA

Trecho da música 'Prostituta',de Nega Gizza do CD 'Na Humildade'

Confira a letra



Escrito por Karina Camargos às 15h46
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Prostituição na região amazônica

Na região amazônica a prostituição infantil é muito intensa. Fatores como fome, miséria e principalmente a violência no seio familiar são os principais responsáveis por essa realidade . O jornalista Gilberto Dimenstein investigou a rota da prostituição infantil durante seis meses na região e publicou o livro “Meninas da noite”,2000. O livro contém fotos e relatos interessantes e nos dá uma certa dimensão da realidade dessas meninas-escravas do Brasil.

Leia o ensaio de Juliano Alves



Escrito por Karina Camargos às 15h13
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Prostituição no Nordeste

Na região Nordeste, por se tratar de uma região do nosso país muito carente algumas pessoas vivem em estado de miséria ( 50% da população do Recife vivem com R$79,00 por mês) e acabam se prostituindo até para se alimentar mesmo. Algumas crianças se prostituem em troca de um pão francês.

Diferentemente da região Sudeste que algumas prostitutas se prostituem como opção de vida, escolha de emprego.

Além disso, existe o pornô-turismo que é forte e faz com que a prostituição adulto e também infantil se intensifique ainda mais.

Leia o artigo de Amaury Braga Junior

 

 



Escrito por Karina Camargos às 13h33
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Brasileiras estão entre vítimas de tráfico de pessoas

As brasileiras estão entre as maiores vítimas do tráfico de pessoas na América Latina e, em muitos casos, viram prostitutas na Europa, Japão e em países que fazem fronteira com o Brasil. O Brasil só perde para a República Domenicana e Colombia a no número de vítimas.
Só na Espanha, cerca de 1.800 brasileiras trabalham na indústria do sexo e a maioria delas teria saído do Brasil sem saber que esse seria seu destino. Havia 12.800 prostitutas estrangeiras no país, quase um terço delas de origem Colombiana.
Na Suíça, cerca de 2.000 brasileiras trabalham em casas noturnas, o que significa que um em cada dez brasileiros  que vive no país atua na indústria do sexo. Nos Estados Unidos, elas representam parcela importante das 50.000 prostitutas que atuam no país.

Os dados são da Organização Internacional sobre Migrações (OIM), agência da ONU.

Reportagem de Jamil Chade - O Estado de São Paulo.



Escrito por Ludmila Botelho às 11h37
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Sobre o blog
Este é um blog de alunos das disciplinas Novas Mídias e Antropologia Cultural do curso de Comunicação do Centro Universitário UNA, em BH/MG. Foi criado para apresentar um trabalho de campo sobre o tema Prostitutas.

Paralela aos blogs, foi criada uma lista de discussão da sala para debater conceitos relativos a Antropologia.Este grupo é formado por Karina Camargos, Ludmilla Botelho e Júlia Dumont.

Para mais informações sobre o projeto, contate os professores Carlos d´Andréa ( carlosfbd@una.br- Novas Mídias) e Wânia Maria (wania.maria@superig.com.br - Antropologia Cultural).